Ela só precisa que alguém diga que vai ficar tudo bem

 

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Às vezes não importa o quanto doa, o quanto você se sinta incompreendida, as pessoas simplesmente não se importam.
Com Mariana era assim, Mari, como a maioria a chamava, passou por algumas fases na vida, assim como qualquer um mortal, mas Mari, não era daquelas que sentia pouco; ela sentia muito, e como sentia…
Muitas vezes era incapaz de descrever o que sentia e como sentia, ela só queria um abraço, aliás, ela só precisava disso. Que alguém a abraçasse e dissesse que iria ficar tudo bem.
Mari tinha pessoas próximas, e por incrível que pareça quem estava mais perto, era quem menos tinha a sensibilidade de sentir seu mundo interno despencar.
Em sua mais pura desordem emocional, ela aprendeu e se surpreendeu muito. Se surpreendeu, porque geralmente quem estava mais distante, foi quem tinha a capacidade de interpreta-lá mesmo que ela não dissesse uma só palavra. Pedro, era seu nome.
Pedro é daqueles que tem muitas cicatrizes emocionais e uma sensibilidade absurda, onde era sensível até no que Mari não dizia. (isso a encantava e trazia uma sensação de conforto grandiosa). Junto a Pedro, ela se sentia menos “esquisita”, era como se todos os seus fantasmas internos fossem compreendidos e se acalmassem, assim que ela começava a descrever todas as sensações, medos, inseguranças, sentia que eles perdiam força, é isso fazia uma diferença imensa para ela.
Em meio a tanta desordem e Pedro ao seu lado, aprendeu que Deus é o único que jamais a abandonará e que Ele sempre envia anjos como Pedro para cada momento de nossas vidas.

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