Sobre andar por vias opostas

Vestir a alma é se despir sem pudor das hipocrisias socialistas, vontades alheias, das mentiras. Aquelas que eu contava para mim mesma a fim de fugir de quem sou.
Fugia porque não me entendia, não me aceitava, era incompreendida pelas minhas próprias incompreensões.
Não compreendia o desejo da liberdade, a vontade de ir enquanto todos estavam vindo. (Sempre gostei de andar por vias opostas).
Até que decidi vestir a alma. A minha alma. Aquela que gritava loucamente dentro de mim, porque durante muito tempo a fantasiei com todos os apetrechos que não eram meus. Passei a vestir com experiências, risos, alegria, cheiros, sabores, amores, vivências e emoções.
Precisei despir para que pudesse enxergar quem sou. Hoje simplesmente a visto, não mais a fantasio.

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Ela não quer mais sentir medo

Dividir os sonhos nem sempre pode ser seguro. Ela confiou. Se entregou. Sonhou; Sonhou tanto que os próprios sonhos a sufocaram, não porque não se realizaram, mas porque permitiram que ela os dividisse.
Um dia, ela pensou que seus sonhos não eram só “dela” e sim “deles”. Mero engano. A dor só aumentou.
Hoje ela só quer sonhar sem medo. Ela quer confiar. Ela quer dividir. Ela quer voltar a sorrir.

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