Procrastinando. Temendo. Envergonhando. Esperando… esperando nem sabe pelo o que; somente esperando, hora após hora, dia após dia até que não tenha mais o que esperar.

E a pergunta que corrói a mente é “que coisa eu nasci para ser?” Como se tivesse uma coisa em específico e não o todo da vida ou a vida toda.

Talvez o segredo seja prestar atenção aos pequenos detalhes, aqueles pequenos que passam no dia a dia mas não temos tempo de perceber. 

Quiçá as emoções nos ajudem a perceber que “coisa eu nasci para ser?”. 

Emoções que flutuam. Emoções que acalmam. Emoções que exaltam… emoções… sua emoção. O que você faz que te permite “jazzar “? quero dizer entusiasmar?

As vezes, o medo não permite que a resposta chegue e por pura petulância diz que não vai dar certo, que é perca de tempo, que é impossível conseguir, que é ridículo… ah o medo. O que seria dele se não fosse tão medroso, aliás, o que seria de você se não fosse tão medroso?

Alguns vivem como se estivesse esperando alguma coisa ou aquele momento, e não se da conta de que está/estava vivendo aquela coisa ou aquele momento. E a pergunta que não cala é: quando a vida começa? Agora! Afinal só o agora importa, pois o depois pode não existir.

O espaço vazio é preenchido vivendo o agora, não o que foi vivido e nem o que vai se viver. Viver bem é se esforçar para que o outro viva bem, seja oferendo um abraço, um prato de comida ou fazendo uma cirurgia.

Todo dia é uma nova chance! Nada se sabe, nada é certo, mas o importante é aproveitar cada segundo.

Texto inspirado no filme Soul da Disney

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